Os Contadores de Histórias

Nós, os Contadores de Histórias, damos as boas-vindas

Os Contadores de Histórias da Cia Arte Palco de São Paulo recebem você com grande alegria. Conheça um pouco da nossa contação de histórias, dos nossos fantoches e, claro, da trajetória do grupo e de nossas peças de teatro de bonecos. Esperamos que sua estadia aqui seja muito agradável e que você possa encontrar o que busca sobre o ofício do contador de histórias.

Binho, fundador dos Contadores de Histórias da Cia Artepalco
José Robson – Fundador dos Contadores de Histórias

Por que o teatro de fantoches encanta as crianças

O Teatro de Fantoches encanta os corações infantis, ao mesmo tempo que agrada da mesma forma adultos. Cada personagem fantoche que ganha vida na manipulação de histórias e causos nunca mais deixa de existir na imaginação da plateia. As contações de José Robson sempre contam com esse lúdico recurso, o fantoches, deixando as apresentações mais coloridas e divertidas. São sessões em forma de narração de histórias com fantoches, autorais, ou adaptadas de contos famosos e tradicionais, narrados por um ator de forma performática.
Da mesma forma, os espetáculos são ricos em simbologia, adequados para a maioria dos eventos infantis, seja na escola, ou espaços culturais, bem como muito procurados em diversas épocas do ano, tais como: dia do livro, dia do folclore, dia das mães. Todo adulto se sente criança quando começa um teatro de fantoches e toda a criança vira cúmplice dos personagens. Mensalmente, realizo apresentações na Capital de SP, nas livrarias de grandes shoppings através da minha cia contadora de histórias ArtePalco.

O mundo se transformou através da tecnologia e do acesso às informações, porém, a essência infantil resiste ao tempo e apesar de nós… José Robson

A trajetória de “Os Contadores de Histórias”

Como surgiu o grupo “Os Contadores de Histórias” da Cia Artepalco? Uma trajetória de muitas apresentações, aprendizagem e descobertas…
Em 1988 participei da minha primeira experiência como contador de história, mas com bonecos de espuma e animação de objetos. Realizei uma apresentação teatralizada com fantoche para educação infantil especial na Escola Municipal de Educação Especial (EMESP) Prof.ª Jovita Franco Arouche, em Mogi das Cruzes, São Paulo, cerca de uma hora da Capital Paulista. Ficaram na memória as risadas, encantamento e felicidade que aquelas crianças proporcionaram a minha trupe.

Mais de 30 anos depois, ainda sinto o mesmo brilho nos olhos das crianças pelas livrarias, espaços culturais e escolas por onde passamos. O mundo se transformou através da tecnologia e do acesso às informações de toda ordem despejadas pela mídia, porém, a essência infantil resiste ao tempo e apesar de nós. O Grupo de Contadores de Histórias da Cia Artepalco continuam encantando crianças e adultos em toda São Paulo.

Os Contadores de Histórias levam exemplos de humanidade às crianças

As crianças, desde cedo, aprendem pelo exemplo e pela afetividade, por isso, o contador de histórias auxilia no reconhecimento e percepção de mundo. As histórias trazem nas ações dos personagens e no tom da voz do narrador uma rica experiência, bem como um caminho seguro de aprendizagem. Como exemplo, a voz humana transmite muito mais do que simples palavras e conceitos. Transmite, da mesma forma, segurança, confiança, afeição, comprometimento, fornecendo, ouso afirmar, a energia essencial ao desenvolvimento infantil.

Com certeza, é através do contador de histórias que crianças e os adultos estreitam as relações afetivas, cognitivas e fortalecem valores socioculturais. Por isso, mais e mais procuro incentivar que cada pessoa se torne uma ávida contadora de histórias.

Binho, ou José Robson, o Contador de Histórias

Binho da Cia Artepalco dos Contadores de Histórias em uma apresentação em São Paulo
José Robson, o contador de histórias Infantis. Foto de Icaro Oliveira

José Robson, além de ser  contador de histórias, atuou na Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, SP, como Supervisor de Atividades Socioculturais. Já no Departamento de Cultura de Mogi das Cruzes como coordenador de teatro. Foi membro integrante do TEM (Teatro Experimental desde 1985 até 2012) e, nesse ínterim, fundou a Cia Contadora de Histórias ArtePaco.

É um dos autores dos livros de histórias folclóricas para teatro de fantoches, a coleção “Teatro na Caixa” da Editora Autêntica e Brinquedos Estrela. Coleção que tem histórias prontas para fazer teatro, com fantoches, palco e manual.

Colaborou como educador na educação infantil na Escola Arcanjo Michael. Ainda atuou em eventos, promoções e ações  em diversas livrarias contando histórias. Entre elas estão as Livrarias Curitiba, rede Saraiva e Livrarias da Vila.

Não pode ficar de fora sua participação como narrador de histórias na Editora ‘Ciranda Cultural’, principalmente em lançamentos e promoções de livros com seu selo. Atualmente dirige o Grupo ArtePalco de Contadores de Histórias ao mesmo tempo que atua na UPPalestras.

Dani Oliveira, a Contadora de Histórias

A Contadora de Histórias, Dani Oliveira, em uma contação de história infatil
Dani no Museu do Futebol durante uma “contando histórias interativas”. Foto de Icaro Oliveira

Danielle é arte-educadora, formada em pedagogia com especialização em educação inclusiva. Conta histórias através de jogos e brincadeiras tradicionais infantis de forma integrativa. Também é a criadora da maioria dos fantoches que usamos em nossas apresentações. Foi integrante do Núcleo de Arte e Cultura (NAC), atriz no TEM (Teatro Experimental e orientadora de arte plásticas no projeto Arquimedes da Secretaria de Estado da Cultura de SP. Atualmente é educadora da Prefeitura do Município de São Paulo e de São Bernardo do Campo, além, claro de ser Contadora de Histórias da Cia Artepalco.

A certeza de querer contar histórias

Não me lembro quando tomei a decisão de atuar, especialmente contar causos e contos brasileiros para as crianças, aconteceu, mas isso mudou o meu destino. Nem sei se há como se perceber isso, o certo é que o ponto exato de uma mudança tão importante e significativa para uma pessoa se reforça a cada novo momento, e acontece gradativa e invisivelmente, da mesma forma como abrimos os olhos todos os dias. Assim, se tonar um contador de histórias foi tão natural quanto ouvir para, então, recontar.

O que é fazer parte dos contadores de histórias infantis

Ser parte dos contadores de histórias brasileiros é uma forma de manter viva a tradição oral, é viver entre o real e o encantado. Em meu ofício, levo a música das pequenas coisas do cotidiano, assim como Herman Hesse, em seu livro, “Sonhos de uma Flauta” as histórias fluem entre o ouvir e contar. Às vezes me coloco no papel do protagonista do filme “Forrest Gump” enquanto me vejo sentado à frete da plateia, transformando vivências em narrativas que atravessam o tempo. Ou também me pego lembrando da vida de Roberto Carlos Ramos que virou filme em “O Contador de Histórias“, menino que quase se perdeu da vida, mas que foi salvo pela força da palavra e pelo poder de contar sua história para o mundo, inspirando e mudando outras vidas.

Andersen, o contador de histórias de temas sociais

Hans Christian Andersen talvez entendesse bem esse ofício. Sua própria vida parecia um conto de fadas tecido com dores e superações, mas também com encantos. Ele, depois de sofrer toda a injustiça da casta social da sua terra pátria, vivendo em outro país, ao retornar, e já consagrado pela sua obra e canções, é recebido pelos seus conterrâneos e agradece “A minha gratidão e o meu amor a Deus e aos homens”*. Como ele, sinto que, ao narrar, também narro a mim mesmo movido pela força divina e pelo amor fraternal: ora sou o herói improvável, ora o andarilho curioso, ora o menino que ainda acredita em impossíveis.

Ser contador de histórias para crianças é ser ponte entre passado e futuro; entre quem fui e quem ainda posso ser; entre quem escuta e quem fala. É entender a vida enquanto ela é narrada: ganha outro peso, outra cor, outra eternidade. (Binho)

* Grandes Vidas, Grandes Obras – Biografias Famosas, Reader’s Digest

Viagem: a história é o trem que transporta a plateia entre espaços e o tempo

E assim sigo: como uma criança viajante, olhando pela janela de um vagão de trem, descendo em cada estação para experimentar com a imaginação o que as histórias oferecem. Carrego uma mochila cheia de certezas: cada palavra dita pode mudar não apenas um instante, mas o destino de olhos e ouvidos curiosos. No fundo, ou nos poros, todos nós, na verdade, somos um contador de histórias, nossa, e uns dos outros, em uma viagem que não tem ponto final, só estações…

Contação de Histórias: Binho Conta

Abaixo, apresento o meu repertório de contação de histórias e vivências literárias. São histórias inéditas, autorais, narradas de forma interativa, ideais para o ambiente escolar e projetos culturais que buscam proximidade com o público. Elenco aqui temas essenciais como higiene, ecologia e tradição oral, adaptados para diferentes faixas etárias:

Nossa Contação de Histórias – Estilos, Temas e Narrativas:

Binho em uma contação de história interativa para crianças

Shows e Projetos | A Arte dos Contadores de Histórias

Estamos ansiosos para fazer parte do seu evento, seja contando história com nossos amigos fantoches, ou auxiliando sua equipe com dicas e técnicas de narração de histórias infantil. Somos Binho (José Robson) e Dani (Maria Danielle). Juntos faremos do seu evento uma história para ficar na memória.

Espetáculos com Fantoches | Uma ótima opção de evento infantil

Os contadores de histórias estão presentes nos mais diferentes eventos para crianças, com temas e objetivos diversos. Entre as ações estão:

Contadores em aniversários | atração ideal para festa infantil

Uma apresentação na festa de aniversário de uma criança, além de levar um pouco de arte, carrega todo o simbolismo tão importante e em falta nos dias de hoje. Alguns recursos usados pelos contadores de histórias profissionais, tais como fantoches, cenário e música, auxiliam no ato narrativo. Leia o artigo histórias para festa infantil e aniversários.

Artigos e Dicas

Aqui você encontra dezenas de artigos e atividades sobre a arte de contar histórias para crianças. Desde 1995 José Robson realiza apresentações, pesquisas a atua em projetos, seja como contador de história, ou orientador sobre técnicas de narração de literária. Agora, você pode ter acesso a dezenas de artigos sobre o tema gratuitamente. Para ter acesso, entre em “Tudo sobre a arte de contar Histórias“.


“Agradecemos sua visita à Cia dos Contadores de Histórias Artepalco. Eu, Binho, e a Dani seguimos dedicados a levar encanto, aprendizado e imaginação por onde passamos. Sempre que desejar ouvir ou reviver uma boa história, estaremos aqui para contar ao seu lado.”

José Robson (Binho) e Danielle Oliveira (DonaDani)